Pelo cerrado e as culturas, de pé!

De Sagarana ao grande sertão: Veredas

Esse Brasil profundo, que e o modelo de desenvolvimento, nesses mais de 500 anos, insiste em desrespeitar, explorar e fingir que não conhece a sua cultura, o seu silêncio, a sua percepção e sua força imaginativa, com sua alegria e sabedoria das mulheres e homens do sertão de Minas Gerais.

Nesse caminho de percepção e do FAZER, floresce o FUTURO com as experiências coletivas e colaborativas, de uma economia que nos permite a vida modesta e viabiliza a sustentabilidade planetária. 

Fotos e texto: Everardo de Aguiar Lopes

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